Polícia descarta versão de suspeito sobre faca usada no assassinato de professora
A Polícia Civil de Rondônia informou que não há indícios que confirmem a versão apresentada por João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, suspeito de matar a professora Juliana Santiago, de que a faca utilizada no crime teria sido fornecida pela própria vítima. A informação foi confirmada pela delegada Leisaloma Carvalho, responsável pelas investigações.
De acordo com a delegada, nenhum elemento colhido até o momento sustenta a alegação do investigado. Além disso, uma pessoa próxima à professora afirmou em depoimento que o objeto não pertencia a Juliana e nunca fez parte de sua residência.
A polícia também descartou a hipótese de que o crime teria sido motivado por eventual reprovação acadêmica. Conforme a delegada, o boletim do aluno foi anexado ao inquérito e não aponta notas que indicassem risco de reprovação ou qualquer prejuízo causado pela docente.
Juliana Santiago, de 41 anos, foi morta a facadas dentro de uma sala de aula de uma instituição particular de ensino superior em Porto Velho. Segundo a linha de investigação adotada até o momento, o crime pode ter sido motivado por questões pessoais relacionadas à rejeição. O caso segue sob apuração da Polícia Civil.


